• Capa dura: 144 páginas
  • Editora: Panini; Edição: 1ª (28 de setembro de 2015)
  • Idioma: Português
  • Dimensões do produto: 26,4 x 17,4 x 1,2 cm
  • Peso de envio: 458 g

 

 

 

“O Doutor Octopus ficou sabendo que tinha um ano para viver, seu corpo e cérebro em declínio terminal depois de toda uma vida de batalhas brutais com seu arqui-inimigo Homem-Aranha. Então o insano gênio usou esse tempo como era de se esperar. Primeiro, mobilizou um exército de Octobôs para tomar o controle de Manhattan. Em seguida, reuniu seis sinistros supervilões para abduzir o filho de Norman Osborn. Por fim, perseguiu o Homem-Aranha até os confins da Terra enquanto ameaçava queimar o planeta até as cinzas. E toda vez seus ambiciosos planos terminaram em fracasso. Será mesmo? Suas derrotas eram prova adicional de sua loucura ou de sua genialidade? Com o Doutor Octopus a apenas poucas horas da morte, o Homem-Aranha está prestes a descobrir a resposta, quando um dos seus mais antigos inimigos vira a mesa com um último desejo que será a ruína de Peter Parker e todos que ele ama!”

Uma palavra pode definir esse volume: Ousado. Se essa fosse a definição de toda review sobre esse arco, não poderíamos nos surpreender. É exatamente isso que O Último Desejo é, uma tentativa ousada de fazer uma história marcante do herói da vizinhança. Digo tentativa, pois o volume é um divisor de opiniões. Os fãs mais assíduos vão odiar, já os mais casuais (como eu) podem se divertir com história.

Dan Slott decidiu que não faria apenas mais uma história do Homem Aranha, ele mudaria tudo. Logo de começo somos surpreendidos com uma revelação que poderia sozinha, gerar um volume inteiro. Peter Parker teve sua consciência trocada com o Doutor Octopus! Uma pena que Slott decidiu resumir essa revelação em algumas páginas, em outro universo, teria sido um plot twist incrível.

Mas Slott soube desenvolver bem essa história, os dois protagonistas tem que aprender a conviver com suas novas memórias e relações, Peter acaba tendo que se aliar á outros vilões para buscar seu corpo de volta, enquanto Otto aproveita ao máximo viver a vida de seu maior inimigo.

Quanto a arte, Richard Elson e Humberto Ramos dividem os créditos, mas é necessário dizer que a arte não é um dos pontos positivos desse arco. De olhos vesgos aleatoriamente á rostos sem uma formal óssea humana, enquanto o plot do volume caminha sobre a luz do sol, a arte é uma nuvem que está tentando atrapalhar esse momento.

Apesar do final sem muita criatividade, O Último Desejo é uma boa história com momentos filosóficos muito interessantes e que explora os confins dos dois personagens que são tão opostos, mas ao se verem um na pele do outro, se entendem como nunca antes.

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