Por trás de todo o sucesso, existem características que fazem o artista alcançar esse sucesso, como o seu carisma, talento e influencias. Essa poderia ser uma descrição bem leve do que seria Justin Timberlake, um dos grandes fenômenos da música pop moderna. Com o lançamento de seu primeiro álbum em 2002, Justified, Timberlake ganhou a atenção do mundo com Cry Me a River e mudaria a partir dali toda a música pop que temos nos dias de hoje.

Justin nem sempre teve uma carreira solo, mas desde cedo o sucesso esteve ao seu redor. Quando ele tinha 12 anos de idade, ele foi revelado pelo antigo programa americano da Disney chamado de A Casa do Mickey Mouse. Logo após sair desse programa, ele ingressou na boyband ‘N Sync. Com influências de Michael Jackson (ídolo número 1 de Justin), Queen, Aerosmith, Jackson 5, Elton John e outros grandes artistas, a banda conseguiu se consagrar e se tornou uma das mais bem-sucedidas da história.

Porém, muita coisa estaria por vir. Com o fim da ‘N Sync em 2002, Timberlake seguiu carreira solo e lançou o seu primeiro álbum no mesmo ano. Justified conquistou o público e a crítica com o seu R&B contemporâneo influenciado pelos produtores de hip-hop Timbaland e The Neptunes, o que foi motivo dele ter vencido 2 Grammy’s, ganhado a segunda posição no chart da Billboard e três discos de platina.

Timberlake nessa altura, já estava marcando uma época! Ele cantava o tema principal do McDonald’s, o famoso I’m Lovin It (Eu amo muito tudo isso), proporcionava um imenso carisma em seus shows e popularizou o termo “Wardrobe Malfunction” (Mau funcionamento do guarda roupa), quando expôs acidentalmente os seios de Janet Jackson em pleno Super Bowl ao vivo para todo os EUA. Tal acontecimento fez com que ele pedisse desculpas em rede nacional para começar uma carreira de ator, além de fazer algumas colaborações com outros artistas, como o Black Eyed Peas.

Mas em 2006 ele voltaria com o seu segundo álbum (e um dos mais conhecidos), FutureSex/LoveSongs. O álbum seguia uma linha diferente e bem superior ao seu antecessor e emplacou vários hits marcantes de Justin Timberlake, como What Goes Around/Comes AroundSexyback Summer Love. O álbum ganhou 4 Grammy’s, 4 MTV Video Music, vendeu 15 milhões de cópias e chegou a primeira posição da Billboard, além de um Globo de Ouro e 5 discos platina por conta do DVD de sua turnê FutureSex/LoveShows.

O que se espera nesses casos é que um novo álbum comece a ser produzido em questão de pouco tempo certo? Não com Justin Timberlake. Ele deu uma outra pausa na carreira de músico e seguiu com a de ator, onde chegou a ter destaque em 2011 com o filme A Rede Social, no papel de Sean Parker.

Ele voltaria aos estúdios em 2013, com o seu terceiro álbum The 20/20 Experience e faria um dos melhores trabalhos da carreira! Isso porque nesse ano, diversos artistas que se inspiraram em Timberlake estavam em alta, como Justin Bieber, Maroon 5, Coldplay, entre outros. Então ele precisava provar que ainda era inovador e diferente e Timberlake conseguiu! Músicas como Mirrors Not a Bad Thing embalaram as rádios e além de Tunnel Vision, que apesar da polemica de nudez no seu clipe, se destacou como uma das melhores de Justin. O álbum alcançou novamente a primeira posição da Billboard, provando o seu apelido de Príncipe do Pop.

Atualmente, ele atuou e trabalhou com a animação Trolls, onde ele gravou a música Can’t Stop The Feeling, que virou um grande hit de 2016 e dublou o protagonista. Além disso, ele lançou na Netflix o seu último show de sua turnê The 20/20 Experience World Tour, que inclusive passou pelo Brasil em 2013. Há rumores que nesse ano de 2017, um novo álbum seja lançado e que tenha uma pegada mais country, mudando mais uma vez o seu tom. O que se espera, é mais um grande trabalho de um dos maiores ícones do pop moderno, que com todo o seu carisma, influenciará mais e mais gerações da música!

I’m lookin’ right at the other half of me

Mirrors – Justin Timberlake

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