“Não joga Doki Doki, é doente, cara.”

Isso foi o que meu amigo disse sobre um jogo que eu nem tinha ouvido falar, mas que aparentemente estava fazendo sucesso na internet.

O game free-to-play da Steam é uma Visual Novel e um simulador de encontro (é, tipo aquele do Faustão feito para tirar sarro do gênero, ou famoso Amor Doce). Você acompanha a história e vai fazendo escolhas pra ficar com uma garotinha no final, que geralmente rende uma ilustração hentai da personagem.

Visual Novel qualquer, é de fácil assimilação.

Bem, isso era no começo. De uns tempos para cá esse tipo de jogo foi ganhando uma atenção a mais no enredo, realmente chamando a atenção de quem curte uma boa história, apostando em roteiros de terror e mistério.

Doki Doki chama atenção pelo aviso no começo: “não recomendado para menores de idade ou pessoas facilmente impressionáveis”.

Esse aviso, junto com as tags do jogo na Steam, são as únicas dicas que ele pode te dar para guardar surpresas e ainda impressionar.

Queria fazer uma recomendação digna, comentar sobre fatos da história, porém isso comprometeria a experiência do game. Quem quiser se arriscar, tem que fazer isso sem saber de nada.

Eu não sei até que ponto usar essas imagens é uma boa propaganda.

Sério, fuja de spoilers, não procure saber o que é. Apenas baixe Doki Doki Literature Club e entre nesse mundo aparentemente simpático e inocente, onde sua curiosidade será o melhor combustível para continuar explorando o jogo.

Há uma tradução feita por fãs que ajuda bastante no entendimento, já que pela Steam só há a versão em Inglês.

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