Ao que tudo indica, o diretor Kevin Phillips está realmente adentrando ao mundo de Hollywood. E entrando de forma certa. Super Dark Times foi o primeiro trabalho do diretor para as telas. E não se deixe enganar, o filme indie ambientado nos anos 90 tem mais a entregar do que aparenta.

O filme conta a história de 4 amigos, na puberdade, sem internet e com as paixões a flor da pele, e são testados até aonde vai o seu limite logo após um trágico acidente entre eles. É apenas isso que precisa saber, qualquer coisa a mais que isso vai cortar totalmente a sua experiencia durante o filme.

Uma ótima análise sobre psicose, adventos e culpas.

O filme estreou no Festival de Rotterdam em 2017 com sua fotografia, edição e trilha sonora realmente impactantes, e performances vívidas e convincentes de seu jovem e talentoso elenco. Não é de se surpreender, afinal, Kevin Phillips, que após a experiencia de trabalho em curtas, avança confiantemente para esta sua nova etapa. Tendo trabalhado diversas vezes no departamento de fotografia de inúmeros curta-metragens, é evidente a sua linguagem estética sobre o trabalho. Phillips acerta em sua precisão com o filme, no tom narrativo, e em alargar os horizontes de cada um de seus personagens.

Super Dark Times é isso, pretensioso, rigoroso e uma promessa a cena Indie do cinema americano. E a promessa foi cumprida da melhor maneira possível.

O longa está disponível no catálogo da Netflix.

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