Sabe aquele tipo de filme que você não dá nada e acaba pagando a língua? Esse é Baywatch. Um filme que usa da comédia e do drama como suas armas principais, claro, não podemos esquecer das diversas explosões e até mesmo de tiroteios tensos.

Piadas previsíveis, piadas em momentos dramáticos, piadas durante cenas fatais e até mesmo durante o ato final, sinceramente, Baywatch é uma piada pronta – e isso não é ruim. Muitas vezes assistimos filmes que nos deixam desnorteados com tanto drama, tanta ação, e até esquecemos como é sentar em uma poltrona do cinema e passar exatas 1h e 57min gargalhando.

O enredo é previsível, as atuações são medianas, os efeitos visuais são saturados, mas quem liga? Não é um filme de Oscar, muito menos um filme que queira te mostrar algo surreal. É uma comédia pastelão repleta de mensagens sobre amizade, amor e trabalho em equipe.

O filme cumpre seu papel em todos os atos, mas se eu tivesse que escolher o melhor, com certeza seria o segundo. Toda a dúvida de Matt Brody (Zac Efron) sobre quem ele realmente é, acaba se tornando um ponto alto.

O cinema estava realmente precisando de um filme como Baywatch, um filme que não precisa de atuações magníficas, muito menos de um roteiro esplêndido e culto. O filme cumpriu o que prometeu (mesmo tendo diversas cenas cortadas), trouxe diversão e descontração ao público que estava realmente cansado de dramas e desastres. Se você realmente está afim de dar umas risadas, se sentir leve e até mesmo relaxar assistindo um filme, corre pro cinema e compra o ingresso pra Baywatch, você não vai se arrepender.

SPOILER PEQUENO E LINDO A SEGUIR:

As aparições de Pamela AndersonDavid Hasselhoff são incríveis e se conectam com o filme de uma maneira natural e com mensagens que mudam toda a trama.

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